5 formas práticas para investir em grandes empresas estrangeiras!

5 formas práticas para investir em grandes empresas estrangeiras!

Autor: Nathalia Marcussi | Data: 05.06.2020​

Você já pensou em investir no exterior mas não sabe por onde começar?

Confira algumas formas fáceis e rápidas de conseguir se tornar sócio de grandes organizações que estão presentes no seu dia-a-dia.

Nos últimos anos, a procura por meios de investir em empresas estrangeiras vêm aumentando cada vez mais. Apesar de ainda ser algo pouco explorado, investimentos no exterior possuem suas particularidades e vantagens para quem deseja se aventurar neste mercado. Para isso, é importante conhecer todos os riscos, requisitos e formas de entrada. 

E você, já se imaginou comprando ações de grandes empresas como Google, Apple, Netflix ou Amazon?

Então confira neste post 5 formas práticas para investir em grandes organizações!

Mas antes de conhecer todas estas ações, é importante lembrar que há muitos aspectos comportamentais e burocráticos envolvidos durante todo o processo, portanto, é necessário analisar e estudar muito bem todas as opções para entender qual delas se encaixa melhor no seu perfil.

Também é importante avaliar o quanto você está disposto a investir no exterior, já que, apesar de inicialmente serem atrativas, essas formas de investimento podem envolver um alto custo, o que diminui o retorno esperado ou até mesmo inviabiliza o investimento.

Vale sempre contar com a ajuda de assessores ou especialistas na tomada de decisão. Então vamos lá!

De que forma posso investir no exterior?

1. Fundo de investimentos

A primeira opção de investimento no exterior é aplicando em fundos de investimentos aqui no Brasil. O interessante desta opção é que você não precisa enviar o seu dinheiro para fora do país já que o investimento estrangeiro estaria embutido neste fundo. Isso acontece pois esses fundos destinados aos investidores de varejo podem alocar até 20% do patrimônio para ativos financeiros no exterior, desde que esteja formulado na política de investimento.

Sendo então uma opção muito mais simples e fácil, pois funciona da mesma forma que qualquer outro fundo, porém, neste caso, é aplicado em outro país.

2. BDRs

A segunda opção são os BDRs – Brazilian Depositary Receipts – que são certificados que representam ações emitidas por empresas no exterior, negociadas aqui no Brasil, na B3. Nesta opção, ao comprar um BDR você não investe diretamente nas ações daquela empresa, mas sim em títulos representativos dela, como uma cota.

Existem dois tipos de BDRs. Aquelas que são chamadas de ‘’patrocinadas’’, quando a empresa emissora contrata uma instituição depositária por ter interesse no mercado brasileiro e em investidores no país, e aquelas que são chamadas de ‘’não patrocinadas’’, que é quando uma instituição depositária tem o objetivo de oferecer mais opções aos seus investidores brasileiros e procuram por empresas estrangeiras.

Atualmente, existem mais de 200 BDRs em negociações na B3 e os custos envolvidos são semelhantes ao de uma operação comum. Mas vale ressaltar que a maioria das BDRs é destinada exclusivamente a investidores qualificados, ou seja, são apenas para aqueles que tenham pelo menos R$1 milhão em investimentos.

Para entender melhor quais são as organizações estrangeiras em negociação por BDRs na B3, acesse: Ações.

3. ETF

Outra opção muito conhecida são os ETF – Exchange Traded Funds – fundos de índices negociados no pregão da B3. Esses ETFs são como uma ação individual, porém, cada uma dessas ‘’cotas’’ representa dezenas de papéis incluídos em uma só ação, ou seja, é como um conjunto de ações em um único código.

Os ETFs mais conhecidos são aqueles que tem como objetivo replicar a composição do Ibovespa, como o BOVA11. Mas caso queira, na B3 é possível investir em fundos de índices que replicam referências de mercados internacionais, como o S&P 500, principal referência do mercado acionário americano.

4. COE

Os COEs – Certificados de Operações Estruturadas – são um tipo de investimento financeiro que combina aplicações e características de renda fixa e variável em um só ‘’pacote’’, podendo oferecer retornos de diversos ativos nacionais e internacionais, como índices de ações, moedas de outros países, inflação, ações, ouro, entre outros.

É uma alternativa para quem busca um portfólio mais amplo, e retornos mais expressivos com riscos controlados. Existem em duas versões: COE com Capital Protegido ou o COE com Capital em Risco.

O COE com Capital Protegido dá a possibilidade de ganhar e não correr o risco de perder o que investiu. Ou seja, você pode ter um retorno de renda variável com a segurança da renda fixa.  Já no COE com Capital em Risco, há a possibilidade de perder a quantia investida, mas sem ficar com o saldo negativo.

Por ser um conjunto de ativos e não precisar enviar o seu dinheiro para o exterior, o COE se parece um pouco com os fundos de investimentos que vimos acima, porém seu diferencial está em: exigência de valor mínimo de investimento, data de vencimento pré-determinada e cenários diferentes de ganhos e perdas.

5. Abrindo uma conta no exterior

Por fim, uma outra opção para investir em empresas do exterior é abrindo uma conta em uma corretora do país que você pretende atuar. É necessário prestar muita atenção nesta opção pois muitos documentos são exigidos na hora de abrir uma conta em outro país, como passaporte e comprovante de residência. Algumas legislações são mais burocráticas que outras e é sempre fundamental que você tenha conhecimento de todas as informações básicas para não perder o seu dinheiro.

Assim que aprovada a sua conta no exterior, é preciso enviar a quantia de dinheiro que deseja investir por meio de transferências bancárias ou serviços de transferências. Lembrando que há corretoras com valores mínimos de transferências, então também é importante entender todas as taxas e valores mínimos que cada corretora cobra antes de finalizar o seu contrato.

Após a transferência, chegou a hora de aplicar! Confira todos os produtos que a corretora escolhida lhe oferece e compre suas ações.

Investir em ações no exterior é um passo muito importante para qualquer investidor e traz diversas vantagens. No entanto, é necessário muito estudo e análises para que você consiga fazer ótimos investimentos.

Invista em fundos, BDRs, ETFs e COE com a ajuda da melhor assessoria: https://www.ewzcapital.com.br/abra-sua-conta/

3 comentários em “5 formas práticas para investir em grandes empresas estrangeiras!”

  1. Arthur Guilherme Ramos Miranda

    Que bacana. Eu gostei!! Porém ainda não entendi muito bem sobre como funciona o COE. Me parece que algumas corretoras ele só é disponibilizado para investidor qualificado.

    1. Guru Investidor

      Olá Arthur, tudo bom? Para entender melhor sobre COE, faça o nosso curso FORMANDO INVESTIDORES, lá você terá acesso a um material completo e professores especializados para tirar todas as suas dúvidas

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